Todas as pessoas se comunicam o tempo todo.
Quase nenhuma com consciência sobre o que está fazendo, por que está fazendo e quais são os efeitos.
Quando percebem dificuldades, tratam como traço de personalidade: “sou tímido”, “sou agressivo”, “não tenho jeito”. Quando, na verdade, estão descrevendo padrões comunicativos sobre os quais nunca tiveram agência.
Rubens Macouff dedicou mais de uma década a entender como esse fenômeno opera, por que o mercado o trata de forma superficial e o que acontece quando se olha para a comunicação com o rigor que ela exige.
O resultado é uma abordagem própria, fundamentada em ciência, testada na prática com centenas de empresas e profissionais, e radicalmente diferente do que se encontra no mercado brasileiro.
Rubens Macouff é comunicólogo e conselheiro, autor da Abordagem Triaxial da Comunicação.
Formado em Comunicação com ênfase em Jornalismo, construiu uma carreira corporativa em posições de liderança na área de comunicação e marketing em diferentes organizações, atendeu centenas de empresas e profissionais ao longo de mais de uma década e atuou como professor em programas de formação executiva.
Hoje, dedica-se integralmente ao desenvolvimento avançado da comunicação de pessoas e organizações por meio da NexCog, a consultoria que fundou como expressão aplicada do seu trabalho e como conselheiro para a administração de empresas.
Rubens entrou na faculdade de Comunicação aos 16 anos, com o sonho de ser diplomata. A preparação para a carreira diplomática o colocou em contato com técnicas e estudos de negociação, articulação institucional e dinâmicas de poder antes mesmo de concluir a graduação.
O plano mudou quando teve a chance de ir à Brasília e conhecer a realidade da profissão de perto. Tentando encontrar um novo caminho, descobriu ainda na universidade o potencial estratégico da comunicação aplicada ao mundo corporativo.
Rubens construiu carreira por dentro de organizações. Ocupou posições de liderança como gerente de comunicação e marketing, conduziu processos de posicionamento de marca, reestruturou áreas de comunicação, desenvolveu equipes e atuou diretamente na interseção entre estratégia, linguagem e contextos organizacionais complexos.
Ao longo desse percurso, como consultor, atendeu centenas de empresas em diferentes setores e portes, treinou lideranças e atuou como professor em programas de formação executiva.
Essa vivência no ambiente empresarial é o que sustenta a aplicabilidade do trabalho: não se trata de um conjunto de teorias desconectadas da operação, mas de conhecimento forjado dentro das mesmas pressões, prazos e dinâmicas que os clientes enfrentam.
Mas o padrão que mais se repetia nos lugares por onde passou não era um problema entre departamentos. Era um problema dentro das pessoas. Gente que sabia o que queria dizer, mas não conseguia.
Gente que falava muito sem comunicar nada.
Gente que confundia técnica com clareza, e silêncio com fraqueza.
Gente com resultados aquém do que poderia entregar, não por falta de competência, mas por falta de consciência sobre como se comunicava.
Essa recorrência levou a uma pergunta que sustenta todo o trabalho: como alguém pode ser claro com o outro se não é claro consigo mesmo?
Dessa pergunta nasceu a Abordagem Triaxial da Comunicação.
Rubens aprofundou seus estudos na comunicação como ciência e o resultado foi uma tese, um modelo teórico que descreve como a comunicação humana opera em três camadas de profundidade, e como a consciência sobre essas camadas gera agência sobre o processo.
Não se trata de um método de oratória, mas de uma cartografia da comunicação.
Hoje esse modelo é aplicado em tudo: mentorias, imersões, treinamentos empresariais, palestras e produção de conteúdo.
Tudo sob a NexCog, a consultoria criada como expressão aplicada dessa abordagem.
Neste processo, além dos axiomas próprios da tese, Rubens estabeleceu alguns princípios centrais para nortear o trabalho.
Não se conserta pessoas. Não se padroniza comportamentos. Não se impõe modelo de "boa comunicação". A individualidade é ponto de partida.
O problema raramente está na estrutura ou no método. Está nas pessoas. Quando o mercado vende oratória como solução universal, ignora que a fala é apenas a camada mais visível de um fenômeno muito mais profundo.
Antes de ensinar alguém a falar melhor, é preciso entender por que fala como fala. Sem mapeamento, qualquer intervenção é um tiro no escuro.
Não se trata de prometer controle sobre ansiedade, medo ou raiva. Se trata de criar condições para que a pessoa decida o que fazer na presença desses fatores.
Existe diferença entre influenciar com transparência e manipular com engano. Todo o trabalho opera no primeiro registro.
Trata-se de uma categoria que não existe no mercado brasileiro.
Para que seja compreendida, é tão importante dizer o que não é quanto o que é.
Individualizado, focado na pessoa e nos seus problemas reais: as dificuldades de expressão, os conflitos recorrentes, os padrões que travam. Imersões, mentorias e formação contínua para quem quer desenvolver consciência e agência sobre a própria comunicação.
Diagnóstico, desenvolvimento de equipes e lideranças, consultoria estratégica e palestras. Para organizações que entendem que conflitos mal resolvidos, ruídos entre áreas e líderes desalinhados custam dinheiro, talento e resultado. Comunicação tratada como infraestrutura operacional.
A maioria das pessoas nunca foi educada em comunicação.
Aprendeu a língua: as regras, o vocabulário, as convenções. Mas nunca aprendeu a observar o que acontece quando se comunica: por que diz o que diz, o que não consegue dizer, o que o outro entende quando ela fala e quando não fala.
O resultado é previsível. Quando a comunicação precisa funcionar, no trabalho, nos relacionamentos, nas decisões que importam, a pessoa percebe dificuldades que antes eram invisíveis.
E na maioria das vezes, trata essas dificuldades como traços de personalidade. Diz de si mesma que é tímida, agressiva, ansiosa, que não tem jeito.
Quando, na verdade, está descrevendo padrões comunicativos sobre os quais nunca teve agência.
Esse trabalho existe para mudar isso.
Não para ensinar as pessoas a falarem bonito ou a performarem confiança. Para dar a elas consciência sobre o que está acontecendo quando se comunicam, e agência para decidir o que fazer a partir disso.
Comunicação é, ao mesmo tempo, a expressão mais autêntica de quem a pessoa é e uma competência que pode ser desenvolvida com rigor.
Quando alguém ganha clareza sobre como se comunica, ganha também clareza sobre como vive.
Porque comunicação não é algo que a pessoa faz, é algo que a pessoa é.
A comunicação é a ponte. Está em todo lugar.
Onde há uma pessoa, há comunicação.
Nexus Cogitamus, Pontifex Sumus.
Rubens Macouff